segunda-feira, 30 de março de 2015

Religião mais intelectual aonde, cara pálida?

O "Espiritismo" brasileiro distorceu toda a doutrina original, transformando-a em uma seita igrejista cheia de enxertos de outras crenças, sobretudo do Catolicismo medieval. Mas mesmo assim, para se promover, pegou do Espiritismo original o rótulo de ciência e o aparato de intelectualidade para fazer com que a versão deturpada ficasse bem na foto.

Mas a intelectualidade presente no "Espiritismo" brasileiro é pura fachada. Mesmo com diplomas e mais diplomas de nível superior e pós superior, não se vê posta em prática essa racionalidade presente no Espiritismo original. Os seguidores da tríade Bezerra-Chico-Divaldo não passam de burros metidos a inteligentes, Se não fossem burros, negariam com facilidade tudo que saia das mentes bem ocas dessa tal "Santíssima Trindade" de supostos líderes espirituais ou de seus "mentores" e discípulos.

Mesmo posando de intelectuais, ostentando seus títulos por onde passam, os seguidores do "Espiritismo" brasileiro não questionam as bobagens presentes em várias obras publicadas e em palestras em centros, estas que em nada diferem dos sermões de missas católicas.

Aceitam e até difundem os absurdos das deturpações, arrumando alguma forma forjada de "provar" a veracidade de certas tolices. Acreditam na superioridade de seus líderes tratados de forma divinal, mesmo sabendo que todos os espíritos da Terra são da mesma natureza, não havendo espíritos superiores habitando por estas plagas.

Agem todos como tolos, aposentando a suposta racionalidade que afirmam possuir em troca da fé cega que mantem viva as suas ilusões e a confiança irresponsável em lideranças fajutas, mas infelizmente prestigiadas, que recebem calorosos aplausos a cada asneira declarada.

Para mim, esses "intelectualizados" seguidores do "Espiritismo" brasileiro não passam de fiéis tão carneirinhos quanto os de outras crenças. Um bando de papalvos a usar o rótulo de "ciência" para legitimar as bobagens absurdas em que acreditam e compensar o estudo que sempre se recusam a fazer das obras kardecianas, preferindo acreditar que tudo que é espalhado em nome do "Espiritismo" brasileiro é real e correto. 

Todos esses equívocos seriam facilmente derrubados por um estudo sério, detalhado e dedicado da verdadeira Doutrina Espírita, ainda bastante desconhecida dos brasileiros. Um estudo solenemente recusado pelos "sábios" seguidores do "Espiritismo pirata praticado no Brasil. Esse bando de papalvos a que o mestre Herculano havia se referido. Papalvos com diplomas.

domingo, 15 de março de 2015

Para Chico Xavier, felicidade é sucesso no futebol

Chico Xavier era um cara ingênuo. Muito ingênuo. Tanto é que era comum abrir a sua boca mole de fala mansa para falar um monte de asneiras, que para seus igualmente ingênuos admiradores eram vistos como "bálsamos de sabedoria" graças ao prestigio postiço que o médium ganhou da FEB.

E uma dessas bobagens dizia que "queria morrer no dia em que os brasileiros estivessem felizes". E chega a tal data e finalmente confirmamos que para o "Espiritismo" brasileiro, não há limites para tolices. Na seita de papalvos, só poderiam aparecer lições de papalvice.  

Sabe qual data "feliz" acabou servindo para confirmar a "profecia" do tolo médium? Preparem-se para dar risada, muita risada: a vitória (desonesta) da Seleção Brasileira de Futebol na Copa do Mundo de 2002. Isso mesmo que você leu. Essa foi a data em que, segundo o "grande profeta" e "Deus máximo" dos pseudo-espíritas, os brasileiros estariam felizes. Quanta asneira em um só fato.

Vocês acham que espíritos superiores ficariam preocupados com uma diversãozinha material, dando excessiva importância a uma modalidade esportiva comandada por bandidos, praticada por analfabetos e cultuada por alienados? Isso um país cheio de problemas que ninguém se oferece para resolver? E todo mundo quer fica brincando de ver bolinha?

O fato da espiritualidade superior dar importância ao futebol é a mesma coisa que o FBI e o Pentágono interferirem num joguinho de bola de gude em um quintal de uma casinha humilde no interior do Piauí, por causa de uma briguinha besta entre meninos mimados. Ridículo.

Ainda mais no mais corrupto dos esportes, que além disso é utilizado para manobrar as massas, sendo transformado em uma obrigação social que resulta em preconceito contra quem não curte essa modalidade esportiva. E vocês acham que espíritos considerados superiores vão dar importância a uma brincadeira fútil e inútil? Espíritos tem coisas muito mais sérias a fazer do que ficar vibrando por bolinhas rolantes em cima de uma grama!

E se Chico Xavier deu importância a essa futilidade é porque ele não era superior coisíssima nenhuma. Um farsante tão corrompido quanto qualquer cartola do futebol. E mais: não adianta transformar jogadores em santinhos, pois eles tem moral frouxa, QI de pudim e vivem na gandaia. Muitos deles passam para o lado dos desonestos cartolas, seus respeitados patrões, quando se aposentam. o hiperendeusado Neymar* mal começou e já está sendo treinado secretamente para ser mais um "capo" a se unir ao corrupto paraíso da cartolagem. Quem viver, verá. E chorará.

Os "espíritas" brasileiros são muito burros, como deve ser um brasileiro, o povo mais ignorante do planeta. E além de não ter entendido nada de Espiritismo original - que não fica perdendo tempo com brincadeira de criança, como faz a sua versão brasileira - vive de pensar que banalidades como a entrada de uma bolinha em uma rede tem a capacidade de salva o planeta e trazer alegria real para a população. Real? Então tá se faltar casa e comida, se mudem para algum estádio e vão comer uma bola de futebol, que é melhor.

Felicidade não é futebol. Felicidade é qualidade de vida. Achar que futebol vai trazer felicidade é uma criancice sem tamanho típica daqueles que resolvem matar aula para ir jogar videogames. E o fanatismo que torna o futebol uma prioridade é uma dos maiores responsáveis para  Brasil estar travado em um verdadeiro atoleiro de desgraças que impede o país de se desenvolver.

Pois digo: "Espiritismo" brasileiro e futebol, juntos para travar a mente dos brasileiros, para que ninguém resolva os problemas cotidianos que servem de motivo para que lotem estádios e centros "espíritas", verdadeiros esconderijos, rendendo muito dinheiro e prestígio para seus dirigentes, em nada interessados na "nefasta" melhoria intelectual da sociedade. Papalvos.

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* Se Chico Xavier é o "Deus" dos pseudo-espíritas, seria Neymar o "Jesus Cristo"? O fanatismo observado nos cultos à ambas personalidades sugere este fato.

quinta-feira, 12 de março de 2015

Em uma "profecia", Chico Xavier quis impor uma Teocracia

Do contrário do que quis Allan Kardec, o que os brasileiros conhecem como "Espiritismo" não passa de uma seita igualzinho as outras, com fé cega, dogmas absurdos, seres fantásticos e muita, mas muita idiotice. Tudo porque seus seguidores resolveram abrir mão de algo muito valioso: a lógica. A lógica espírita infelizmente parece ter sido enterrada no mesmo túmulo que Allan Kardec.

E graças a falta de lógica, muitos absurdos são permitidos e difundidos e vários deles aplaudidos e estimulados. Uma dessas bobagens foi transformar um mero sonho de um médium caipira em profecia. Aviso: só cai nessa farsa de "Data Limite" (nome dado a tal "profecia") quem for portador da mais cega das fés. 

E entre vários aspectos presentes no sonho desse caipira, cujo nome, Chico Xavier, virou sinônimo de divindade máxima e de "pai da humanidade" para muitos de seus admiradores, está o de uma verdadeira Teocracia.

Não sabe o que é Teocracia? Vamos lá! Trocando em miúdos, é um governo que se assume divinal, se orientando através de dogmas, que são tratados como leis. A Teocracia é algo extremamente nocivo, pois fé é algo muito pessoal, individual e não pode ser imposta coletivamente. 

Falamos em outro blogue que a religiosidade é sadia se ficar imitada a imaginação de cada pessoa. Apicada à realidade de uma coletividade ela se torna feroz, preconceituosa e altamente prejudicial, pois se baseando em ideias que só existem na cabeça da cada um, pode gerar graves conflitos com base em discordâncias e interpretações erradas.

Criar um governo teocrático é legitimar a fé de um líder (ditadura) como legisladora máxima do que os habitantes devem fazer ou não. Minorias e doentes que precisarão de transplantes, por exemplo, serão, na melhor das hipóteses, privadas de seus mais básicos direitos. Fiéis seguidores de crenças diferentes do líder teocrata também poderão se dar mal.

E prestando muita atenção ao documentário "Data Limite" sobre o tal, percebe-se a tal intenção de criar uma teocracia terrena. O documentário, que serviu para divulgar o tal sonho transformado em "profecia", foi financiado pela FEB com intenções claras de consagrar o médium como profeta (e fortalecer a versão deturpada da doutrina, praticamente esculachada - com justiça! - nas redes sociais), aumentando o seu prestígio para atrair mais pessoas (e mais dinheiro - que NÃO é para a caridade) para esse Espiritismo pirata praticado no Brasil.

Segundo a "profecia", o Brasil governará o mundo porque possui a "compreensão cristã" necessária para "guiar" a humanidade. Enquanto isso, nações onde o ateísmo é forte ou cultuam crenças na cristãs serão sumariamente eliminadas. Ou seja: é cristão, se deu bem; não é cristão: se ferre!

Se utilizar a religiosidade para definir uma nação como líder mundial, com absoluta certeza é eleger uma teocracia. Os "espíritas" brasileiros são teocráticos. Sonham com um governo ditado pelos "espíritos superiores" que não passam dos inferiores que vivem intrometendo em nosso cotidiano. Espíritos sérios avisaram que não existem espíritos superiores habitando a Terra, sendo os desencarnados da mesma natureza moral e intelectual dos encarnados.

Uma teocracia "espírita" seria tão ruim quanto qualquer teocracia, pois não será o governo da lógica e do bom senso e sim o da mesma fé cega de qualquer seita que se propusesse a tomar as rédeas da humanidade. Será a perspectiva pessoal de um homem sendo imposta a todos os habitantes de uma localidade. Não há nada menos democrático que uma teocracia.

E Chico Xavier, suposto "homem-amor" (que tolice!) dessa seita de papalvos, sonhando com uma teocracia cristã a mandar na humanidade. Beato fanático, devoto da fictícia Nossa Senhora da Abadia (pra quê tantas Nossas Senhoras? Politeísmo?), católico que fingiu ser "espírita" para atrair pessoas a essa seita maluca que distorceu toda a doutrina, desejava a Teocracia usando o Brasil católico para governar o mundo com sua "sabedoria cristã". 

Se há tantos padres e freiras intrusos no "Espiritismo" brasileiro, não me surpreenderá se um dia aparecer um aiatolá "espírita" a mandar seus fiéis - que já rugem de ódio só de imaginar o fato de Chico Xavier não ser perfeito - a defender o "Espiritismo" chiquista da maneira que eles bem entendem. E vocês sabem qual é.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Chico Xavier foi o "pai dos 'fakes'"

Por Senhor dos Anéis

Em 1932, muito antes de alguém pensar sequer em contatos virtuais on line - mal havia o telefone e o código morse, como formas de comunicação à distância - , uma pessoa já era pioneira no uso de fakes através da apropriação de nomes de pessoas falecidas.

Francisco Cândido Xavier, aquele católico fervoroso que sempre colecionou imagens de santas ao longo da vida e que falava com espírito de padre jesuíta - apelidado de Emmanuel, mas o mesmo severo e brutal padre Manuel da Nóbrega - , e que nunca esteve aí para Allan Kardec (único autor que se recusava a ler e seguir com veemência), foi o pioneiro dessa forma "simpática" de cometer falsidade ideológica.

Seu livro Parnaso de Além-Túmulo, lançado naquele ano em que outras pessoas tinham coisas mais úteis à fazer, como os paulistas, elitismos e reacionarismos à parte, tentaram mobilizar pela emancipação de seu Estado, no famoso nove de julho, foi uma "pérola" no uso de fakes muito antes da farra digital de hoje em dia.

Consta a versão oficial de que Parnaso de Além-Túmulo foi uma antologia de vários poetas e escritores falecidos que traziam mensagens edificantes do mundo espiritual, em obras de profundo refinamento literário, de elevação moral e blablablá.

No entanto, uma observação sempre vigilante e cautelosa faz constatar que os poemas publicados no livro percebe que os poemas contrariam drasticamente os estilos originais dos autores a eles atribuídos de maneira não obstante desastrosa e constrangedora.

Os poemas atribuídos a Auta de Souza, bela e precocemente falecida poetisa potiguar, nem de longe lembram o estilo gracioso da linda negra de versos delicados. Os atribuídos a Olavo Bilac são pachorrentos e em nada lembram o refinamento lírico e a métrica rigorosa dos versos cantaroláveis do poeta parnasiano. Os de Casimiro de Abreu nem chegam perto do lirismo juvenil do poeta ultrarromântico e por aí vai.

O grande problema, que transforma Parnaso de Além-Túmulo num completo desastre que só a fé cega dos chiquistas deixa passar - eles aplaudiriam até se Chico Xavier psicografasse o zumbido de um falecido mosquito aedes aegypti - , é que o livro deveria ser uma obra inacabada e intocável de poesia espírita, mas não foi.

Estranhamente, a "maravilhosa obra" foi remendada drasticamente aqui e ali, com inclusões e exclusões de poemas e escritores, muitos tendenciosos, outros problemáticos, com versos remendados aqui e ali, havendo até a confusão de autorias atribuídas, como Augusto dos Anjos confundido com Antero de Quental.

OBRA REMENDADA CINCO VEZES EM DUAS DÉCADAS!

Mas o remendo não foi apenas uma vez, mas CINCO! E não foi em um ano, mas durante VINTE E TRÊS ANOS. Como a "maravilhosa obra" teve que ser remendada cinco vezes e durante pouco mais de duas décadas é um grande mistério, se ficarmos presos à tese de que se trata de uma "verdadeira obra dos espíritos do além".

Para piorar, quando o sobrinho de Chico Xavier ameaçou explicar tudo direitinho e denunciar as fraudes, criou-se uma campanha difamatória contra esse menino, Amauri Xavier, além do rapaz morrer cedo demais para alguém que só vivia "bebendo muito". Queima-de-arquivo?

Mas, antes desse escândalo todo, Chico Xavier havia deixado vestígios, quando, em correspondências com o então presidente da Federação "Espírita" Brasileira, Antônio Wantuil de Freitas, agradecia à contribuição deste e dos editores da FEB pela "revisão" e "correção" dos textos de Parnaso de Além-Túmulo, que Chico não fazia por "falta de tempo". Como assim?

E antes que algum chiquista reclamasse e dissesse que as acusações de que Parnaso de Além-Túmulo era feito por Chico "ele mesmo" em parceria com escritores, editores e consultores literários vêm da intolerância de católicos do porte de Alceu Amoroso Lima (que, embora conservador, foi muito mais humanista que Xavier), a revelação vem de fontes FAVORÁVEIS a Chico Xavier.

Sim. É só ler Testemunhos de Chico Xavier, de Suely Caldas Schubert, editado pela FEB, portanto um documento entusiasmadamente A FAVOR de Chico Xavier, que as tais cartas estão lá: Chico Xavier PEDINDO AJUDA a escritores e editores para reparar Parnaso de Além-Túmulo.

HUMBERTO DE CAMPOS

A propósito, quando o referido livrinho poético foi lançado, cheio de fakes evocando nomes de autores falecidos, o escritor e membro da Academia Brasileira de Letras, Humberto de Campos, ainda vivo, resenhou o livro com aquela ironia de sempre.

Ele "reconheceu o mérito" da obra, dizendo que os textos "são parecidos" com que os autores fizeram em vida, numa argumentação que a gente até desconfia que seja alguma ironia de sua parte. Em seguida, ele, com seu jeitão humorístico, disse para que os espíritos do além não enviem poemas para não competir com os poetas vivos na expressão e no sucesso de vendas no mercado literário.

Chico Xavier não gostou das críticas e, irritado, resolveu fazer uma desforra. Alegando a um amigo que teve um sonho em que um suposto Humberto de Campos vinha, no além, perguntar se Chico era o "menino que organizou" o referido livro, sonhado um ano após o falecimento do escritor maranhense (em 1934, aos 48 anos), Chico resolveu se apossar do nome do escritor.

E aí, veio uma enxurrada de livros "espirituais" com o nome de Humberto de Campos que NADA TINHAM A VER com o estilo literário original do escritor. Se Humberto, em vida, preferia falar de personalidades políticas e literárias, num texto ao mesmo tempo coloquial e refinado, culto e descontraído, o "espírito" vinha com um estilo completamente diferente.

O "espírito Humberto de Campos" vinha com uma linguagem melancólica, chorosa, deprimente, falando mais de assuntos bíblicos, sob a perspectiva que mais parece a de um sacerdote católico, com textos pedantes e nem tão refinados assim, e obras em muitos aspectos mal escritas e falhas em muitas referências históricas nelas descritas.

Um Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho, seguramente, NUNCA seria escrito por Humberto de Campos, pois esta obra tem uma narrativa risível dos fatos históricos brasileiros, próprios dos piores livros didáticos, que mostravam muitas mentiras e falsos heróis.

A brincadeira de Chico Xavier custou um processo judicial movido pelos herdeiros de Humberto de Campos, quando até o advogado percebeu muito bem que os livros nada tinham do estilo do falecido escritor. Só que os juízes não entendiam a questão de direitos autorais para obras atribuídas a autores espirituais e fecharam o processo dando empate nos dois lados.

Só que o empate foi favorável a Chico Xavier, cujo mito se agigantou ao longo das décadas, como um lutador de UFC, que usava doping o tempo todo, vencendo todos os campeonatos na hipótese de ser proibido qualquer exame de doping que viesse a prejudicá-lo.

Desse modo, Chico Xavier cresceu com a ajuda do "jeitinho brasileiro". Com o tempo, passou a assumir, até o fim da vida, o estereótipo do "velhinho bonzinho". Seus fakes se multiplicaram e foram dados como autênticos, décadas antes da popularização da Internet no Brasil.

E, para piorar, o antes prestigiado, diferenciado e respeitado Humberto de Campos, praticamente, foi hoje reduzido a um dos fakes de Francisco Cândido Xavier. E quase ninguém desconfia.

domingo, 15 de fevereiro de 2015

A Manada "espírita"

O Espiritismo praticado no Brasil é uma seita como outras quaisquer. Com dogmas absurdos, fé cega, rituais, divindades e outras bobagens que se tem direito. E entre essas bobagens, claro, há os fiéis,

Os seguidores do Espiritismo brasileiro são de um tipo de fiel religioso bem peculiar. São tão tolos quanto os de outras crenças, mas acreditam ser mais inteligentes. A maioria é diplomada (mercado de trabalho, of course!). Muitos são ricos. Todos parecem viver bem, embora tenham problemas - como a gente havia falado antes, Espiritismo traz problemas. Problemas que a ingenuidade deles não os deixa incomodar.

Mas são cegamente confiantes nos seus líderes. Falam em fé raciocinada, mas na prática é a mesma fé cega praticada nas outras crenças. A fé nos líderes, sejam encarnados ou desencarnados, faz com que tenham fé nos dogmas, muitos deles sem pé nem cabeça.

Os seguidores desse Espiritismo meio doido são pessoas que tem a racionalidade imitada, mesmo que pensem ser racionais. Obviamente se a capacidade de raciocínio dos seguidores de Chico Xavier & CIA fosse plena, eles não estariam seguindo Chico Xavier & CIA por saberem que este falso profeta e sua patota são forasteiros de outras crenças que nunca conseguiram entender a Doutrina Espírita.

Uma das coisas que provam que a capacidade intelectual dos "espíritas" brasileiros é muito limitada é que eles não se importam com contradições. Entram em contradição o tempo todo. Aceitam ideias que negam a doutrina e até mesmo ideias que contradizem a si mesmas. 

Aceitam conceitos sem provas. Acuados, forjam provas falsas para que seus dogmas absurdos não sejam contestados. Espalham erros feito epidemia, ao invés de corrigi-las antes de divulgá-las. 

Acreditam em ideias tomando apenas o prestígio de seu emissor como prova de veracidade.

Constroem o mundo espiritual a imagem e semelhança do mundo material. São patriotas em relação ao Brasil (uma unidade geopolítica material - !?!), acreditando na manjada teoria do povo escolhido, já vistos em cada crença. Interessante que quase todas as religiões acreditam em "povo escolhido", cada uma escolhendo o seu "povo escolhido". O dos "espíritas" é o brasileiro. Essa manada de tolos que vive emperrando tudo.

E claro, o Espiritismo brasileiro não daria surgir em outro lugar. Somente num país de tolos poderia surgir a seita de papalvos. Somente tolos para acreditar que um ingênuo católico Chico Xavier, que nunca estudou Espiritismo, fosse considerado o maior líder da doutrina que ele nunca entendeu. Chico Xavier, líder do Espiritismo? Qualé? Isso eu conheço com o nome de irresponsabilidade. Somente tolos irão se revoltar com a minha contatação.

Basta ver a tola tese da "Data Limite", onde um sonho pueril cheio de absurdos foi transformado em profecia, mais para tentar consagrar tolo médium morto - sim, MORTO! - em 2002 durante um mero joguinho de futebol (façam me rir!) promovido como o guia maior da humanidade.

Este festival de tolices que misturam teses absurdas, fraudes e falsos profetas, caracterizam essa seita maluca de seguidores ainda mais malucos, que agem como um verdadeiro gado a obedecer cegamente o mais ignorante dos vaqueiros acreditando saber este o destino certo para o seu estimado gado: direto para o abate!

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Espiritismo brasileiro dá azar

Pode parecer estranho o que vou dizer aqui,mas o que os brasileiros conhecem como "Doutrina Espírita" traz um azar para os seguidores. Como hoje é o folclórico Dia do Azar, pelo fato do dia 13 ter caído numa sexta-feira, decidi falar sobre essa triste verdade que tive a infelicidade de comprovar pessoalmente.

O "Espiritismo" brasileiro vive cheio de energias negativas. Isso se deve por causa da má compreensão da doutrina, que a faz se comportar na prática como uma tábua Ouija em forma de seita. Estão brincando com a espiritualidade e isso pode ser extremamente perigoso.

A prática feita de maneira errada, irresponsável, sem  estudo adequado acaba por atrair, pela lei da atração, espíritos ma intencionados que acabam por estragar não apenas a doutrina em si, mas a vida de seus seguidores, já que estes espíritos utilizam essa oportunidade para satisfazer interesses pessoais, que em muitos casos divergem totalmente do senso de caridade e da lógica intelectual.

Para piorar as coisas, há no Espiritismo praticado no Brasil uma avalanche de fraudes de todos os tipos, com objetivo de criar situações que pudessem autenticar os dogmas inventados pelo mau entendimento, já que para os líderes que falam em nome desse Espiritismo malfeito não é interessante voltar atrás, e corrigir os erros praticados pois isso acabaria com a divinização desses líderes. No Espiritismo brasileiro transformado e seita, as suas lideranças são transformadas em seres divinos e infalíveis. Admitir erros soa muito mal, sendo preferível levar erros adiante.

Essa incessante prática de fraudes tem atraído muitos espíritos afins, que ajudam no sucesso dessas fraudes, se aproveitando da fé cega (fé raciocinada aonde, meus amigos?) de ingênuos seguidores que confiam sem verificar em seus líderes divinizados.

Isso tudo é coerente com a presença de espíritos mal intencionados que atuam sobretudo durante os tratamentos espirituais,gerando uma grave onda de azar que traz muitos problemas, vários deles insolúveis, para a vida particular dos seguidores.

Estes problemas surgem para forçar uma dependência entre os seguidores e esses espíritos que se aproveitam do vinculo para transformar os fiéis "arrebatados" em instrumentos de realização de seus interesses materialistas. Dependência que cresce feito bola de neve pois os fiéis, sem saber da influência nefasta que sofrem, recorrem justamente para esses espíritos para que resolvam os mesmos problemas que estes causaram. E com isso, mais problemas aparecem e os que haviam cresce ao invés de desaparecer.Em alguns casos até problemas acabam, mas outros surgem para tomar o lugar.

E o que pode ser feito para evitar ou acabar com os problemas gerados por este Espiritismo estranho praticado n Brasil? Descartar totalmente as deturpações inseridas na versão brasileira da doutrina, ignorar seus líderes e acima de tudo, estudar as obras de Allan Kardec com dedicação, com atenção e analise profunda, confrontando dados e evitando ao máximo a é cega.

Conhecendo os pontos da doutrina original é a melhor forma de fugir da onda de azar que naturalmente faz parte de doutrinas mal compreendidas e praticadas com irresponsabilidade, como o "tal" Espiritismo praticado no Brasil.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Seita de Papalvos

O que os brasileiros chamam de Espiritismo é uma gororoba de crendices que juntas acabaram transformando o que deveria ser ciência em uma seita vagabunda cheia de conceitos errados, falsos profetas, enxertos de outras crenças e muita fraude. Fraudes de todos os tipos.

Na verdade, o que o Brasil se refere como "Espiritismo", e que cada vez mais se distancia das pesquisas de Allan Kardec, por ser essa bagunça toda, acabou sendo chamada, pelo verdadeiro espírita brasileiro, José Herculano Pires, como "seita de papalvos". Ele certamente usou papalvos, porque uma palavra difícil não soaria ofensiva para quem a na conhece. Mas um bom dicionário nos informaria que "papalvo" significa idiota, imbecil, alienado.

Herculano estava certíssimo. Seita de Papalvos. Papalvos seguindo papalvos. Líderes alienados espalhando asneiras para que tolos acreditem e se admirem, pensando que este miserável planetinha, um pequeno ponto azul, como dizia o saudoso Carl Sagan, irá mudar o universo todo com os delírios de lunáticos como Chico Xavier e Divaldo Franco, que com certeza não vivem neste mundo. Vivem no mundo da lua.

O Espiritismo brasileiro, na ânsia tola de ser a "religião da humanidade", absorve enxertos, deturpa conceitos, instaura a fé cega e ainda se prende a um idioma artificial como o Esperanto, um verdadeiro fracasso que felizmente pode ser compensado pelo idioma inglês, como língua mundial. Realmente o Espiritismo brasileiro foi feito para rir. Ou para chorar?

O resultado: uma igreja inócua, que não consegue evoluir as mentes de seus seguidores, repetindo a mesma pasmaceira de fé cega das outras igrejas, variando apenas alguns dogmas e acrescentando a ideia da reencarnação, que já existe em crenças muito melhores.

O Espiritismo acabou por emperrar a evolução espiritual não apenas de seus seguidores mas de todos os brasileiros. As gracinhas de Chico Xavier, tido como deus infalível por seus seguidores e admiradores são levadas a sério como profecias e como lições de vida a não mudar nada , muito menos beneficiar a sociedade brasileira.

São muitos anos e décadas que esse Espiritismo doido provou e ainda prova ser totalmente ineficaz na transformação da humanidade, servindo mais de uma fábrica de ilusões a delirar incautos.

E o Espiritismo original onde fica? Valeu a pena  Kardec ter se esforçado para nos oferecer uma nova ideologia? Parece que não. Kardec, que morreu abandonado, continua tão abandonado quanto antes, Reduzido a mero carimbo. Um homem-carimbo a autenticar as bobagens criadas pelos brasileiros que pensam que são espíritas, seguidores do mesmo mestre francês que fazem questão de ignorar.

E o que resta para os brasileiros que pensam que são "espíritas"? Restam as ilusões, apenas as ilusões, as tolas crendices de se estar evoluído sem estar de fato. Esta é a Seita de Papalvos. E ponto final.

A teimosia dos "espíritas" tradicionais

Fica aqui a impressão de que nosso trabalho de coerência doutrinária é em vão. mesmo com alto nível de apostasia, há seguidores de Chico ...